terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Boas Festas a todos

Gostaria de desejar um feliz Natal e um próspero ano novo a todos os leitores, contribuintes e seus familiares.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Revistas postadas

Tive uma péssima notícia esse final de semana quando tentei logar na minha conta do Mediafire, ela está bloqueada, felizmente os acessos aos arquivos através dos links das pastas estão normais, não sei até quando, por isso estou avisando os leitores que deixaram pra baixar alguma edição outra hora, baixe logo pois não sei até quando vai continuar assim, se eu perder novamente os arquivos eu só vou postar novamente no Internet Archive e se postar.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Espionagem norte-americana pode estar manipulando chips de computador

Que as agências de inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido estão espionando o mundo inteiro todos já sabem. A novidade agora revelada é que a NSA (National Security Agency) não está usando apenas programas espiões: a agência norte-americana está comprometendo também o hardware vendido a outros países. Reportagens com base em documentos vazados afirmam que a NSA está "trabalhando" com empresas norte-americanas para inserir portas dos fundos secretas em chips e outros materiais para ajudar em seu trabalho de espionagem. Segundo uma publicação do MIT (Massachusetts Institute of Technology), especialistas de segurança temem esse tipo de ataque porque hardware comprometido é difícil - e, muitas vezes, impossível - de detectar.

Os chips manipulados podem fazer coisas de forma invisível para o software em um computador, incluindo os softwares de segurança. "Hardware é como um bem público, porque todo mundo tem que contar com ele," disse Simha Sethumadhavan, professor da Universidade de Columbia, que pesquisa formas de detectar portas dos fundos em chips de computador. "Se o hardware está comprometido de alguma forma, você perde a segurança de uma forma muito fundamental." Uma apresentação na conferência de segurança Black Hat no ano passado mostrou uma maneira de criar uma porta dos fundos em um computador novo de forma que nem mesmo a troca do disco rígido fecharia a porta.

Uma reportagem do New York Times relata que a NSA inseriu portas dos fundos em alguns chips de criptografia que empresas e governos usam para proteger seus dados e que a agência trabalhou com um fabricante dos EUA, cujo nome não é citado, para incorporar essas portas dos fundos em hardware prestes a ser enviado para um alvo no exterior.

Só nós podemos

Mas parece também que o feitiço pode estar virando contra o feiticeiro. Segundo a revista, a possibilidade de que o hardware de computadores em uso ao redor do mundo possa estar cheio de portas dos fundos da NSA levanta a perspectiva de que as agências de outros países estejam fazendo a mesma coisa. E agora são os espiões que acusam outros pela possibilidade de espionagem. A bizarra acusação do tipo "Vocês não podem fazer o que nós estamos fazendo" foca diretamente a China, onde é fabricada a maior parte do hardware usado no mundo. Some-se a isto o fato de que, além dos vírus de Estado e da "espionagem oficial", outros grupos podem encontrar e explorar as portas dos fundos introduzidas pela NSA ou por outros governos.

Todos os fundos podem ter portas

Evitar ou detectar todas essas ameaças, evitando a inserção de portas dos fundos no hardware é uma tarefa quase impossível. "A fabricação de um chip é um processo global com centenas de etapas e muitas empresas diferentes envolvidas. O processo pode ser comprometido em qualquer uma das etapas," disse Sethumadhavan. Segundo ele, a maneira mais fácil de introduzir uma porta dos fundos em um chip é usar os blocos de IP que os fabricantes de chips compram de terceiros. "Neste momento, há relativamente pouca validação de segurança acontecendo. Você basicamente tem que confiar no vendedor de IP com o qual você está trabalhando."

Ele estima que mexer em um bloco para incluir uma porta dos fundos é algo muito barato, custando algumas dezenas de milhares de dólares. Projeto de código aberto "digital.me" dá privacidade ao usuário.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Conjunção Lua-Vênus



Essa foi uma foto que tirei com meu celular[2 megapixels], era umas 18:00hs do dia 08/09/2013.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Antena de Ferrite - Atualização e finalização da montagem

Fiz mais algumas alterações nessa antena para finalizar de vez a montagem, refiz a bobina e coloquei dentro de outro tubo para ficar melhor esteticamente falando.

Como havia usado um fio mais fino(acho que era 24 AWG) eu refiz a antena usando fio 22 AWG e com isso a faixa coberta pela antena mudou, portanto eu tive que enrolar as espiras e ir reduzindo espira por espira até achar um número que cobrisse a faixa inteira de Ondas Médias com o capacitor variável que usei, também tive que substituir o variável por ter problemas com o outro na hora de fixar no PVC.

Abaixo os dados da antena:

27 espiras de fio 22 AWG [250µH]
Capacitor variável de quatro secções(uma secção está em curto e não foi usada). Com a chave em MW o valor chega até 355pF e com a chave em LW(as três secções em paralelo) chega até 745pF.

Faixa de cobertura

MW
Limite Inferior - 530 kHz
Limite Superior - 1710 kHz

LW
Limite Inferior - 365 kHz
Limite Superior - 1240 kHz


Essa é a aparência final da antena

Para saber mais detalhes e comparar com a versão anterior é só acessar o post da primeira montagem aqui.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Revistas

Estou adicionando mais pastas e novas edições, o leitor Robson Souza está contribuindo com Saber Eletrônica, Electron, Eletrônica Total, ABC da Eletrônica e as revistas do Instituto Universal Brasileiro sendo este último ainda não fiz os uploads.
Fiquem atentos a novas edições.

domingo, 21 de julho de 2013

Revistas

Estou fazendo os uploads das revistas aos poucos e colocando os links das pastas no blog, em breve todas as revistas que eu perdi estarão disponíveis novamente.

domingo, 16 de junho de 2013

EUA admitem espionar redes sociais e e-mails


As surpreendentes denúncias publicadas pelo jornal britânico The Guardian e pelo norte-americano The Washigton Post sobre o alcance da vigilância do governo dos EUA sobre redes de comunicações internacionais abriram um acalorado debate sobre a questão da privacidade na internet. Segundo os jornais, como parte de um programa de espionagem chamado PRISM (sigla em inglês para Métodos Sustentáveis de Integração de Projetos), agentes da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA na sigla em inglês) teriam acesso direto aos servidores de uma série de grandes empresas que manejam redes de comunicações privadas na web, incluindo Google, Microsoft, Facebook, Yahoo, Skype e Apple, além de acessarem informações da rede de telecomunicações Verizon. O programa coletaria dados como conteúdo de e-mails, histórico de navegação, conversas de chats e transferências de arquivos.

Seu objetivo seria, principalmente, obter informações sobre suspeitos e redes de terrorismo, segundo autoridades norte-americanas. Todas as empresas negam ter conhecimento sobre este programa, insistindo que não oferecem acesso amplo a seus dados, mas apenas abrem informações quando recebem intimações judiciais relacionadas a indivíduos específicos.

Só os outros

James Clapper, diretor da NSA, tentou tranquilizar o público norte-americano dizendo que a operação teria como objetivo apenas monitorar cidadãos de outros países - o que evidentemente não ajudou muito a reduzir as preocupações de grupos e indivíduos fora dos EUA. Neste sábado, por exemplo, foi anunciado que funcionários do centro de espionagem britânico Government Communications Headquarters (Quartel-general de Comunicações do Governo, ou GCHQ), terão de prestar depoimento em um comitê parlamentar sobre as denúncias de que teriam tido acesso a dados do PRISM. Segundo o The Guardian, o GCHQ teria obtido informações sobre cidadãos britânicos por meio do programa. O centro, porém, diz ter operado "dentro de quadros legais" britânicos.

Hoje, boa parte da população global tem uma presença online e compartilha dados pessoais por meio de e-mails ou redes sociais. A questão que o caso levanta, segundo o jornalista especializado em tecnologia da BBC Rory Cellan-Jones é como podemos confiar nossos dados e questões relativas a nossa privacidade a empresas americanas - que armazenam todo esse conteúdo em grandes centros de informações nos EUA. "É possível que essas empresas sejam rigorosas no controle desses dados e de nosso direito à privacidade, mas também é possível que se sintam obrigadas a cooperar diante das exigências do governo", escreveu Cellan-Jones.

Boicote

As denúncias sobre o PRISM motivaram uma série de reações por todo o globo. "Para os EUA, todos são suspeitos, até o Papa", reclamou o senador esquerdista colombiano Alexander Lopez em entrevista à agência de notícias AP. "Isso deveria ser levado às Nações Unidas." Na Alemanha, o secretário da Justiça do estado de Hesse, Joerg-Uwe Hahn, pediu um boicote às empesas de internet envolvidas no escândalo. Para o ativista norte-americano Christopher Soghoian todos os políticos estrangeiros deveriam evitar usar contas de email do Google. "Esse esquema tem dado à NSA vantagem sobre todas as outras agências de inteligência do mundo", disse Soghoian.

Na Grã-Bretanha, o caso também ampliou as preocupações do Comitê de Inteligência e Segurança do Parlamento sobre o uso de redes e equipamentos de uma empresa chinesa no sistema de telecomunicações britânico. "Podemos não nos sentir feliz com o fato de que os americanos controlam nossos dados e os chineses, os equipamentos que garantem nossas ligações de celular e banda larga de internet", continuou Cellan-Jones. "Do meu ponto de vista, a vida é muito curta para eu me preocupar se o FBI está lendo meus e-mails ou checando minhas atualizações no Facebook - ou se o Exército chinês está ouvindo meus telefonemas." Cellan-Jones ressalta, porém, de que há um certo consenso de que o nível de privacidade e segurança das informações de cada um deveria ser uma escolha pessoal - em que cada indivíduo deveria ter ao menos algum grau de controle.

"A impressão que temos hoje é que esse controle está nas mãos de empresas americanas e chinesas. E ao menos que você esteja disposto a deixar o mundo digital, há muito pouco que possa fazer sobre isso," concluiu.

Fonte: Inovação Tecnológica

sábado, 1 de junho de 2013

Aviso aos leitores

Estou diminuindo as postagens, fiquei quatro anos sem parar e agora estou reduzindo as postagens pra não parar de vez, tenho outras prioridades no momento e pouco tempo no dia pra cuidar de tudo.
Também não vou arrumar os links das revistas e nem postar mais, pelo menos por um tempo pois tenho ainda muitas edições pra digitalizar. Não vou atender a pedidos por e-mail de revistas, espero que você me compreendam.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Baterias de onda

As baterias de onda usadas às vezes nos circuitos de antenas de receptores de rádio constituem uma forma de filtro de eliminação de banda. Os tipos genéricos de bateria de onda são os filtros ressonantes paralelo e o ressonante série. Estas baterias são empregadas para evitar interferência, por exemplo, de uma estação vizinha que tem potência suficiente para que a ouçamos sobre uma banda completa de frequência do receptor. A bateria reduz a intensidade do sinal da estação não desejada de modo que não se ouvirá, exceto quando o receptor é sintonizado nessa estação. O circuito paralelo, em com a antena, na figura A, está sintonizado por ressonância à frequência do sinal não desejado.





A bateria de onda paralela apresenta uma elevada impedância na frequência deste sinal não desejado e permite que as correntes das outras frequências penetrem no receptor com muito pouca diminuição.
O circuito série, ligado como mostra a figura B, está sintonizado para ressoar a frequência do sinal indesejável. A impedância do circuito C1+L1 é baixa em ressonância. Por conseguinte, estas frequências indesejáveis desviar-se-ão à terra desde o primário do transformador de entrada L3, do receptor. As frequências desejadas não ficam afetadas porque tanto L como C atuam como uma elevada impedância quando não estão em ressonância.

sábado, 13 de abril de 2013

Silício emite luz visível pela primeira vez


Ao trocarem dados por luz, em vez de eletricidade, os processadores fotônicos serão muito mais rápidos e consumirão muito menos energia.


Computação fotônica

O silício é o material-maravilha por excelência - há quem diga que estamos na Era do Silício, tal é a importância do elemento para a moderna tecnologia. Até agora se poderia dizer que, mesmo para um elemento tão versátil, nem tudo seria possível - como emitir luz, por exemplo. Mas agora o silício se desdobrou e conseguiu colocar mais essa propriedade em sua longa lista de feitos memoráveis.
Pesquisadores conseguiram, pela primeira vez, fazer com que o silício "bruto", sem dopagens, emitisse luz. E ele o fez de forma a não deixar dúvidas, emitindo luz de largo espectro na faixa visível, em temperatura ambiente. Este é um passo importante para a longamente esperada mesclagem de componentes eletrônicos e fotônicos no interior dos processadores, levando aos computadores fotônicos.
Ao trocarem dados por luz, em vez de eletricidade, os processadores fotônicos serão muito mais rápidos e consumirão muito menos energia.

Tirando luz do silício

Alguns semicondutores emitem luz quando são energizados - eles produzem fótons, em vez de produzir calor. Este fenômeno é comum e usado, por exemplo, nos diodos emissores de luz, ou LEDs. Infelizmente, o silício não é um desses semicondutores, produzindo muito poucos fótons - em compensação, ele gera muito calor. O problema é que os semicondutores bons em emitir luz, os chamados cristais fotônicos, como o sulfeto de cádmio, têm uma condutividade elétrica muito ruim, e não são compatíveis com a tecnologia usada na fabricação dos processadores.

Isto mostra a importância do feito de Chang-Hee Cho e Ritesh Agarwal, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Eles deram um jeito de escapar da encruzilhada fotônica encapsulando o silício em vidro e prata. O revestimento de prata permite o espalhamento de ondas de elétrons conhecidas como plásmons de superfície, ondas que são essencialmente uma combinação de elétrons oscilantes e luz, e que ficam confinadas na interface entre a prata e o silício. Com o diâmetro correto do fio de silício, o revestimento de prata cria pacotes de ressonância e campos eletromagnéticos altamente confinados - em outras palavras, luz, que sai pelo nanofio de silício. "Quando combinamos as portadoras imediatamente, então nós produzimos luz no silício," disse Agarwal. Mas nem tudo está pronto, porque o emissor de luz de silício está sendo excitado por um laser azul, que é a forma mais simples de gerar os plásmons de superfície.O próximo passo da pesquisa é fazer com que tudo isso funcione excitando o silício diretamente com eletricidade.
"Quando você faz o próprio silício emitir luz, você não precisa ter uma fonte de luz externa no chip. Nós poderemos excitar o silício eletricamente e ter o mesmo efeito, e poderemos fazer isso com fios entre 20 e 100 nanômetros de diâmetro, o que é compatível em termos de escala com os componentes eletrônicos atuais," concluiu o pesquisador.

Fonte: Inovação Tecnológica

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Problemas

Caros leitores, pelo visto os problemas nunca acabam, acabei de entrar na minha conta do mediafire e pra minha surpresa eles diminuirão ainda mais o espaço para usuários free, no início era ilimitado, depois passou para 50Gb e agora está em 12Gb, por isso eu estou escrevendo este post pra avisar que eu tive que deletar parte das revistas já upadas pro mediafire, eu tinha quase 25Gb de revistas e agora estou com quase 12Gb.

Por isso eu aviso que não vou responder aos comentários que me informam sobre links quebrados, eu tive que sacrificar as revistas Monitor de Rádio e TV para manter as Nova Eletrônica. Também não vou poder atender nenhum pedido de leitor, pelo menos até que as coisas normalizarem. Vou começar a criar um site para migrar as revistas pra lá.

Mais uma coisa, o leitor Roberto que está contribuindo com revistas notou que a edição número 27 da Nova Eletrônica estava faltando a página 48, ele me mandou a página que faltava, eu acabei de arrumar e fazer o upload, portanto para quem já baixou, peço que baixe novamente.

domingo, 24 de março de 2013

Revistas Nova Eletrônica - Completo




Revista Editada pela Editora Técnica e Eletrônica teve 114 edições iniciada em Fevereiro de 1977 até Agosto de 1986, foi uma das melhores revista de eletrônica do Brasil com muitos circuitos a frente de sua época como o famoso projeto do computador Z80 que recentemente foi reproduzido e disponibilizado na forma de kit em um grupo de apaixonados por computadores antigos.

Qualquer problema ou erro nos link deixem um comentário.


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51 52 53 54 55 56 57 58 59 60
61 62 63 64 65 66 67 68 69 70
71 72 73 74 75 76 77 78 79 80
81 82 83 84 85 86 87 88 89 90
91 92 93 94 95 96 97 98 99 100
101 102 103 104 105 106 107 108 109 110
111 112 113 114


ATUALIZAÇÃO

Na pressa eu acabei esquecendo de postar o índice geral. Essa tabela foi uma contribuição da leitora Rika que gentilmente me enviou uma cópia e usando as próprias palavras dela "Os títulos dos artigos no índice não correspondem 100% aos das revistas, pois trata-se de um índice pessoal criado para minha referência. Mesmo assim estão bem próximos dos originais e as vezes mais detalhados."

Rika, obrigado pela contribuição.



Metassuperfícies colocam luz dentro dos processadores


Exemplos de metassuperfícies, fabricadas com a mesma tecnologia usada atualmente pela indústria eletrônica, facilitando seu uso no interior do chips.


Metamateriais 2D

Uma tecnologia emergente, conhecida como metassuperfícies, está permitindo o controle da luz com uma eficiência sequer imaginada há poucos anos pelos pesquisadores na área das tecnologias ópticas. Nesta semana, a revista Science fez um levantamento sobre o estágio atual das pesquisas com metassuperfícies, concluindo que essas novas tecnologias estão muito próximas dos usos práticos e da comercialização. "Eu penso que, neste ponto, já sabemos o bastante para realisticamente começar a desenvolver protótipos de dispositivos para algumas aplicações," disse o professor Alexander Kildishev, um dos autores da avaliação.

As metassuperfícies são derivações diretas dos metamateriais, materiais sintéticos que se tornaram conhecidos pelos experimentos com mantos da invisibilidade.O próprio professor Kildishev é um dos responsáveis pela criação de metamateriais sem metais nobres, um dos grandes avanços recentes na área, permitindo a criação de dispositivos de custo compatível com as aplicações. Entre essas aplicações estão processadores com comunicação por luz, telecomunicações mais rápidas, e uma nova geração de células solares, sensores e microscópios. As metassuperfícies são películas extremamente finas de metamateriais, incluindo nanoantenas e camadas alternadas de óxidos especiais que permitem um controle da luz sem precedentes.

ABC da Astronomia - Episódio 08 - Galáxia



segunda-feira, 18 de março de 2013

Aniversário do Blog

Este mês o blog completa mais um ano no ar, mesmo com a montanha de coisas que estou tentando fazer e finalizar aqui em casa, estou continuando com as postagens, não com a frequência que gostaria, mas o importante é que não desisti(falo isso porque alguns dias atras eu quase joguei a toalha).

A boa notícia é que já não precisam mais se preocupar quanto a edição 84 da revista Nova Eletrônica, estou com ela aqui pra digitalizar e pretendo fazer uma postagem especial até o final de semana, hoje estou terminando de digitalizar a número 13 enquanto escrevo esse texto.
Comprei mais um HD de 500Gb pra organizar melhor as revistas em pdf que somam mais de dez mil edições, é claro que conta com algumas que não vou postar por motivos de direitos autorais como as elektor, mas achei mais coisa na internet e recebi mais um lote de revistas para por no blog.
Aproveito pra deixar um link aqui pra quem ainda não conhece, tem muita revista sobre rádio e TV, por ex. as edições da revista Radio Broadcast são 3000 edições digitalizadas, é muita coisa até pra mim.

Revistas Radio Broadcast

Encerro a postagem agradecendo todas as visitas que recebi até hoje e aproveito pra colocar alguns números das visitas que recebi até hoje.





domingo, 17 de fevereiro de 2013

Revista Radio Paulista





Revista Radio Paulista, coligada a rádio emissora de mesmo nome, prefixo SQAG. A revista foi uma das primeiras publicações editadas em São Paulo voltada à difusão da rádio técnica conforme ilustra a página frontal interna da sua quarta edição de maio de 1927.

Você tem alguma edição dessa revista? Entre em contato pelo e-mail que está em "Contribuições"

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Teste de link, Novidade e Nova Eletrônica

Gostaria de agradecer aos leitores que deixaram comentários e aqueles que me enviaram e-mails sobre o teste dos links. Em resposta ao Mauricio, não sei porque os pdfs ficaram assim, no meu pc demora um pouco pra carregar as imagens, mas carrega, tente novamente pois pode ser o arquivo que deu problema.
Teve o colega que sugeriu que eu coloque o tamanho do arquivo junto ao link de download, isso eu vou colocar junto com os novos links.

Eu ia deixar pra avisar no mês de março, que é o mês de aniversário do blog, mas vou adiantar pra vocês ficarem sabendo da novidade.

Eu já havia entrado em contato com o site archive.org, para ver se eu poderia postar as revistas lá e usar os links aqui no blog, mas sem resposta, não tentei novamente.
Recentemente uma pessoa que contribui com o site entrou em contato comigo, depois de ler os relatos de problemas que tive no mediafire, e me perguntou se eu não queria postar as revistas no site archive.org. Depois de diversas mensagens trocadas e alguns testes, eu resolvi começar a publicar as revistas no site archive.org para ser trocados os links daqui do blog e não ter mais problemas com links quebrados, com isso eu aproveito para aumentar a visibilidade das revistas, pois sei que é mais difícil de perder esses links do que no mediafire, vai dar um bom trabalho pois tenho mais de dez mil revistas para upar, claro que algumas eu não vou postar por ser recente e ter problemas com direitos autorais, mas a grande maioria será aproveitada.

Comecei com a edição número dois da Electron e assim que terminar todas as edições dessa revista eu atualizo os links no blog. Por isso não estarei fazendo mais upload das revistas(que estão com links quebrados) no mediafire, vou fazer direto no site archive.org e atualizando conforme vou upando. Não vou mexer nas revistas que estão no mediafire por enquanto, como já estão postadas e os links bons, vou deixar essas por último.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Radio Broadcast

Estou postando essas revistas como teste, os links são diretos, em PDF e é só clicar com o botão direito do mouse e selecionar "Salvar como" para baixar, se vocês clicarem vai abrir o arquivo em uma nova aba.

Gostaria de ouvir a opinião dos leitores sobre essa forma de download. Qualquer dúvida deixe um comentário ou me mandem um e-mail.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Transístor de grafeno abre caminho para processadores reconfiguráveis


O componente tem uma arquitetura diferenciada, com dois eletrodos e duas portas dispostas sobre uma folha de grafeno.


Positivo ou negativo

Os transistores, os elementos básicos dos computadores e de toda a eletrônica, são fabricados em dois sabores. São necessários transistores do tipo p (positivo) e transistores do tipo n (negativo) para construir os circuitos lógicos que formam os processadores e todos os chips. Por exemplo, recentemente engenheiros do MIT conseguiram fabricar um transistor tipo p quatro vezes mais rápido do que os atuais - agora eles estão tentando fazer o mesmo com um tipo n para que a novidade possa chegar aos processadores. Mas nenhuma barreira parece ser alta o suficiente para o "material maravilha", o grafeno, que acaba de se tornar responsável por mais um feito inédito na eletrônica: um transístor que pode ser p ou n, dependendo da necessidade.

Transístor reversível

Cientistas japoneses fabricaram um transístor de grafeno cuja polaridade pode ser revertida pela simples aplicação de uma corrente elétrica. O feito inédito significa que um transístor tipo p pode ser convertido em um transístor tipo n à vontade, conforme a necessidade do circuito. O transístor chaveável de grafeno foi construído pela equipe do Dr. Naoki Yokoyama, do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Avançadas (AIST, na sigla em inglês) do Japão. O componente tem uma arquitetura diferenciada, com dois eletrodos e duas portas dispostas sobre uma folha de grafeno. Para que o grafeno funcionasse como semicondutor, os pesquisadores criaram defeitos em sua estrutura usando um feixe de íons de hélio. Ao contrário dos transistores normais, o transístor de polaridade reversível precisa de duas tensões diferentes aplicadas em suas duas portas superiores.

Processadores configuráveis

Apesar de usar a tradicional tecnologia CMOS, o componente ainda é experimental, e terá um longo caminho antes de chegar aos processadores: ele ainda é lento, operando na faixa dos kHz, e funcionou bem apenas a -73°C. Mas a demonstração do conceito chamou a atenção da comunidade científica ao mostrar novas possibilidades de uso do grafeno, que está obtendo suporte para novas pesquisas em todo o mundo. E o novo paradigma inaugurado pelos pesquisadores japoneses certamente certamente vale uma olhada com mais detalhes. Um transístor de polaridade reversível poderá permitir nada menos do que a construção de processadores configuráveis em tempo de execução, cujos circuitos possam ser arranjados de forma a otimizar o processamento de cada tipo de problema em particular.

Fonte: Inovação Tecnológica

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Transistores ficam quatro vezes mais rápidos


Para obter o ganho de desempenho, os pesquisadores tensionaram o germânio, uma técnica que já vem sendo utilizada com o silício.

Mobilidade de carga

Quando tudo parece indicar que a tecnologia dos semicondutores chegou a um beco sem saída, os engenheiros encontram formas de superar os limites físicos dos materiais. Engenheiros do MIT apresentaram um transístor que é nada menos do que quatro vezes mais rápido do que os transistores usados nos processadores mais modernos, e duas vezes mais rápido do que os melhores transistores já demonstrados em laboratório. O transístor, do tipo p (positivo) - possui a mais elevada mobilidade de carga já medida até hoje. Uma maior mobilidade de cargas - sejam elas positivas (lacunas) ou negativas (elétrons) - significa que se pode construir um transístor mais rápido com a mesma tensão de funcionamento, ou transistores com a mesma velocidade dos atuais mas que operem em tensões mais baixas.

Germânio tensionado

Tal como os demais transistores de alto desempenho que vêm sendo desenvolvidos nos últimos anos, o novo componente não é feito de silício, mas de um outro semicondutor, o germânio. Para obter o ganho de desempenho, os pesquisadores tensionaram o germânio, uma técnica que já vem sendo utilizada com o silício - os átomos do material são forçados a ocupar uma posição mais próxima uns dos outros do que assumem naturalmente. A vantagem é que o germânio já é utilizado em outros componentes eletrônicos, o que torna mais fácil integrar o novo transístor à plataforma CMOS, ao contrário de outros transistores de última geração, que costumam usar ligas exóticas.

Transistores tipos p e n

Todos os chips são compostos por dois tipos de transistores: um tipo chamado p, de positivo, e outro tipo chamado n, de negativo. Assim, antes que o novo transístor possa ser usado para fabricar processadores quatro vezes mais rápidos será necessário obter melhorias também no tipo n. O interessante é que, historicamente, tem sido mais fácil melhorar os transistores tipo n do que os do tipo p, uma tendência que agora se inverteu.


sábado, 12 de janeiro de 2013

domingo, 6 de janeiro de 2013

Postagens

 Depois de algum tempo longe do blog aos poucos eu estou voltando e vi que minha conta no mediafire está suspensa por isso peço aos leitores paciência que logo tudo estará arrumado e se tudo der certo em breve não terei mais problemas com os arquivos.

Aproveito para falar que recebi uma contribuição com mais sete edições das revistas Aprendendo e Praticando Eletrônica e mais nove edições das revistas ABC da Eletrônica e que irei postando aos poucos.
Também quero aproveitar para falar que as edições das Nova Eletrônica e Monitor de Rádio e TV que eu havia postado no início do blog sem propagandas, agora estão com as propagandas.